quarta-feira, 1 de julho de 2026

O E-caminho VI – a trajetória agregando histórias, vivências e transformações



O E-Caminhos do Diálogo VI representa a sexta edição de uma ação extensionista do Programa de Pós-Graduação em Bioética da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PPGB/PUCPR), iniciada em 2015 com o propósito de aproximar universidade e sociedade por meio da deliberação ética sobre problemas cotidianos. Desde sua criação, a iniciativa vem sendo continuamente aperfeiçoada, preservando como princípio central a construção coletiva do conhecimento por meio do diálogo, da escuta qualificada e da participação social. A primeira edição, realizada em 2015, ocorreu de forma presencial e foi direcionada a estudantes do ensino fundamental. A atividade foi organizada como um percurso denominado Caminho do Diálogo, no qual os participantes percorriam diferentes etapas até chegar às Árvores da Vida, espaço simbólico onde eram convidados a refletir e deliberar coletivamente sobre dilemas éticos presentes em seu cotidiano. A metodologia privilegiava a aprendizagem experiencial, estimulando o desenvolvimento do pensamento crítico, da argumentação e da tomada de decisão compartilhada. A segunda edição, realizada em 2018, também ocorreu presencialmente e foi destinada a estudantes do ensino médio. Mantendo a lógica de um percurso interativo, o Caminho do Diálogo passou a ser estruturado em estações temáticas fundamentadas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Em substituição às Árvores da Vida, a molécula da água tornou-se o elemento integrador da experiência, conduzindo os participantes por atividades práticas, reflexivas e colaborativas que culminavam em uma deliberação sobre o futuro e na construção coletiva de uma cápsula do tempo, simbolizando o compromisso das novas gerações com a sustentabilidade e a responsabilidade ética. A terceira edição estava prevista para 2020 e seria desenvolvida presencialmente com a participação da população idosa. Entretanto, em razão das medidas de distanciamento social impostas pela pandemia de COVID-19, a ação precisou ser completamente reformulada. A adaptação para o formato virtual representou um desafio metodológico, exigindo a reconstrução de toda a dinâmica de interação. O resultado, contudo, superou as expectativas, demonstrando que os ambientes digitais poderiam constituir espaços igualmente potentes para a deliberação bioética, ampliando o alcance da iniciativa, favorecendo a participação de diferentes públicos e permitindo o diálogo entre participantes geograficamente distantes. Diante dos resultados obtidos, o formato virtual foi mantido e aperfeiçoado nas edições realizadas em 2022, 2024 e 2026, consolidando uma metodologia própria de diálogo deliberativo mediado por tecnologias digitais. Cada edição passou a reunir oficinas temáticas independentes, conduzidas por equipes compostas por docentes, pesquisadores, estudantes de pós-graduação e graduação, profissionais convidados e representantes da sociedade, abordando problemas complexos relacionados à bioética, aos direitos humanos, à saúde, ao meio ambiente, à educação e à cidadania. Na sexta edição, realizada em 2026,  as oficinas ocorreram  em ambiente virtual, seguindo uma metodologia deliberativa comum.Cada atividade foi estruturada a partir de uma pergunta motivadora e de objetivos específicos, iniciando-se com a apresentação da equipe responsável e das orientações éticas da pesquisa. Em seguida, um(a) convidado(a) realizava uma exposição inicial para contextualização da temática.
 
O debate era  conduzido por um(a) moderador(a), responsável por promover um ambiente de escuta respeitosa, participação equilibrada e aprofundamento das reflexões. Os(as) monitores(as) acompanhavam o chat, prestavam suporte técnico e registravam as interações, enquanto o(a) interlocutor(a) elaborava, em tempo real, um mapa mental contendo os principais conceitos, valores, fragilidades, potencialidades e propostas emergentes do diálogo. Ao final, esse mapa era apresentado aos participantes, seguido de uma síntese coletiva construída pelo moderador, encerrando cada oficina com uma reflexão compartilhada sobre os caminhos identificados para o enfrentamento das questões discutidas. Outro diferencial da ação consiste na transformação dos resultados produzidos em cada edição em livros de divulgação científica, elaborados em linguagem acessível e destinados à sociedade. 
As publicações sistematizam os diálogos, apresentam os mapas mentais construídos coletivamente e traduzem o conhecimento produzido durante as oficinas em materiais que favorecem a democratização do acesso à bioética, fortalecendo o compromisso extensionista da universidade com a formação cidadã, a participação social e a construção compartilhada de soluções para problemas contemporâneos.  As Oficinas realizadas foram:

No dia 27 de junho de 2026, foi realizada a oficina Grupo Focal – Mulheres Migrantes, dedicada ao tema “Recomeçar do zero: a trajetória educacional de mulheres migrantes qualificadas”. A atividade teve como objetivo compreender as experiências de mulheres migrantes que precisaram reiniciar seus estudos em outros países, evidenciando as dificuldades, as estratégias de adaptação e as possibilidades de inclusão no sistema educacional. A oficina foi coordenada pelas professoras Valquíria Elita Renk, Maria Luiza dos Santos Rodrigues, Rafaely da Silva Araujo, Liliane Mayumi Swiech, Siana do Carmo de Oliveira Franco Bueno e Julia Larré, contando com a participação da convidada Yaneth Corina Lara Garcia, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos. A mediação foi conduzida por Maria Luiza dos Santos Rodrigues, com Rafaely da Silva Araujo como monitora e Liliane Mayumi Swiech como interlocutora. Desenvolvida em formato virtual e fundamentada na metodologia deliberativa do E-Caminhos do Diálogo, a oficina promoveu reflexões sobre as razões que dificultam o reconhecimento da formação acadêmica e dos diplomas de mulheres migrantes, bem como sobre as desigualdades estruturais que condicionam suas trajetórias educacionais e profissionais. O diálogo também permitiu identificar estratégias para favorecer a inclusão educacional, a valorização das competências previamente adquiridas e a construção de políticas e práticas mais equitativas para o acolhimento dessa população. A atividade culminou na elaboração coletiva de um mapa mental que sintetizou as principais vulnerabilidades, potencialidades e propostas discutidas pelos participantes, evidenciando a contribuição da bioética e dos direitos humanos para a promoção da justiça educacional e da inclusão social.

No dia 26 de junho de 2026, foi realizada a oficina Bioética Clínica, dedicada ao tema “Cuidado e Confiança: Vivendo bem ao longo do processo de envelhecimento”. A atividade teve como objetivo mapear as percepções dos participantes sobre as vulnerabilidades e potencialidades relacionadas ao envelhecimento, promovendo uma reflexão bioética acerca da autonomia, do cuidado, da confiança e da qualidade de vida das pessoas idosas. A oficina foi coordenada por Carla Corradi Perini e Jociane Casellas, contando com a participação da médica geriatra Anelise Coelho da Fonseca como convidada, Jociane Casellas como moderadora, João Victor Kreusch Melo e Amanda Rafaela Gonçalves Rangel como monitores e Márcia Caetano da Costa como interlocutora. Fundamentada na metodologia deliberativa do E-Caminhos do Diálogo, a oficina promoveu discussões sobre as vulnerabilidades e potencialidades presentes no processo de envelhecimento, abordando aspectos relacionados à autonomia, à confiança nas relações de cuidado, ao fortalecimento da participação social da pessoa idosa e ao papel da família, dos profissionais de saúde e da comunidade na promoção de um envelhecimento digno, seguro e saudável. As reflexões também evidenciaram estratégias para a construção de ambientes mais inclusivos e acolhedores, capazes de reconhecer o envelhecimento como uma etapa da vida marcada por desafios, mas também por possibilidades de desenvolvimento e protagonismo. A atividade culminou na elaboração coletiva de um mapa mental que sintetizou as principais percepções, consensos e propostas construídas durante o diálogo.

No dia 30 de junho de 2026, foi realizada a oficina Violência de Gênero e Cuidado Integral: promovendo a dignidade humana em contextos de vulnerabilidade, dedicada ao tema “A dignidade humana diante da violência contra as mulheres: desafios para o cuidado integral”. A atividade teve como objetivo refletir sobre a violência de gênero como uma violação da dignidade humana, identificando contribuições da bioética, dos direitos humanos, da teologia e das práticas de cuidado para a prevenção da violência, o acolhimento das vítimas e a construção de uma cultura de respeito e promoção da vida. A oficina foi coordenada pelo Prof. Dr. Waldir Souza, contando com a participação das convidadas Profa. Dra. Andreia Serrato, Profa. Dra. Jaci Candiotto e Ivone Gebara, tendo Eva Gislane Barbosa como mediadora, Rafael Nishioka Mitzakoff como monitor e Mauro Eduardo Soares de Oliveira como interlocutor. Por meio da metodologia deliberativa do E-Caminhos do Diálogo, os participantes refletiram sobre o significado da dignidade humana diante das múltiplas formas de violência contra as mulheres, discutindo como diferentes experiências revelam situações de vulnerabilidade e quais implicações essas vivências possuem para a construção de práticas de cuidado integral. O diálogo abordou os impactos físicos, psicológicos, sociais e espirituais da violência, o fortalecimento das redes de proteção social, jurídica e comunitária, o papel das comunidades de fé e das instituições no acolhimento das vítimas e as estratégias de prevenção e promoção da dignidade humana. A oficina culminou na elaboração coletiva de um mapa mental que sintetizou as principais reflexões, consensos e propostas produzidas durante o debate, evidenciando a importância da deliberação bioética para a construção de respostas éticas, integradas e socialmente comprometidas com o enfrentamento da violência de gênero.

No dia 29 de junho de 2026, foi realizada a oficina Bioética Ambiental, dedicada ao tema “Fome de Água”: a dimensão bioética do direito universal ao acesso à água potável: entrosamento entre a visão de moçambicanos e brasileiros. A atividade teve como objetivo mapear as percepções éticas de diferentes grupos acerca do conceito de “fome de água”, buscando compreender como a sociedade e acadêmicos de Moçambique e do Brasil interpretam essa terminologia no contexto da crise hídrica e de suas implicações para os direitos humanos e a justiça socioambiental. A oficina foi conduzida pelo moderador Trindade Filipe Chapare, com apoio dos monitores Thierry Lumertz e Sergio Rodrigues e da interlocutora Marta Luciane Fischer, responsável pela sistematização das contribuições em um mapa mental. A partir da metodologia deliberativa do E-Caminhos do Diálogo, os participantes refletiram sobre os fatores que limitam o acesso à água potável e sua relação com o direito humano universal à água, discutindo como crenças, valores, experiências e conhecimentos influenciam a percepção das fragilidades e potencialidades relacionadas à crise hídrica. O debate também abordou o tratamento conferido à temática pela produção científica, a natureza das informações disponíveis, as estratégias capazes de ampliar o acesso equitativo à água potável e o potencial da bioética ambiental como instrumento para subsidiar processos deliberativos voltados à construção de soluções justas, participativas e consensuais para os desafios impostos pela crise hídrica. A oficina culminou na elaboração coletiva de um mapa mental que sintetizou as principais convergências, divergências e proposições emergentes do diálogo entre os participantes.


No dia 8 de julho de 2026, foi realizada a oficina Você sabe mesmo em quem está votando?, dedicada ao tema “O voto informado e a formação do eleitor em tempos de inteligência artificial”. A atividade teve como objetivo promover a compreensão crítica sobre o voto informado, explorando os critérios que orientam a avaliação de partidos, candidatos e das atribuições institucionais dos cargos eletivos, considerando os desafios contemporâneos relacionados à circulação de informações mediadas por algoritmos e inteligência artificial. A oficina foi conduzida pelo moderador Daniel Hortêncio de Medeiros, sob a coordenação dos professores Alberto Paulo Neto, Anor Sganzerla e Murilo Karasinski, contando ainda com a participação da interlocutora indicada pela professora Caroline Filla Rosaneli. Por meio da metodologia deliberativa do E-Caminhos do Diálogo, os participantes refletiram sobre o significado do voto informado em uma democracia marcada pela intensa circulação de informações digitais, discutindo os critérios necessários para avaliar a confiabilidade das informações, a influência das redes sociais, dos algoritmos e da inteligência artificial na formação da opinião pública e a importância da compreensão das competências e limites institucionais dos diferentes cargos eletivos. O debate também evidenciou que o voto deve ser compreendido como uma escolha relacionada a projetos coletivos e não apenas a indivíduos, além de destacar a necessidade de avaliar a coerência e a viabilidade das propostas apresentadas pelos candidatos. A oficina culminou na elaboração coletiva de um mapa mental que sintetizou os principais critérios para a formação de um eleitor crítico, consciente e comprometido com o fortalecimento da participação democrática.



No dia 3 de julho de 2026, Marta Luciane Fischer e Thierry Lummertz conduziram a atividade cultural “O percurso do Caminho do Diálogo: conectando vivências, esperanças e transformações”, apresentando aos participantes a trajetória de construção da ação extensionista desde sua criação até sua consolidação como metodologia de deliberação bioética. A apresentação foi iniciada por Marta Fischer, que compartilhou o processo de concepção do Caminho do Diálogo, contextualizando o surgimento da iniciativa em 2015 e demonstrando como, ao longo dos anos, as transformações sociais, educacionais e institucionais impulsionaram sucessivas adaptações metodológicas. A narrativa evidenciou que cada edição incorporou novas demandas e possibilidades, permitindo que a ação evoluísse continuamente sem perder seu propósito de promover a reflexão ética e a construção coletiva do conhecimento. Durante o percurso histórico, foi apresentada a origem do personagem Potter do Futuro, concebido em 2019 a partir da dissertação de mestrado de Thierry Lummertz, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Bioética da PUCPR. O trabalho teve como objetivo desenvolver e validar ferramentas de comunicação voltadas à aproximação da bioética com o público infantil. Foram compartilhadas as etapas de criação do personagem, seu processo de desenvolvimento conceitual, a elaboração de sua identidade e a validação realizada com estudantes de uma escola pública, que participaram de atividades ao longo de um semestre letivo. Os resultados obtidos contribuíram para a titulação de mestre de Thierry Lummertz e demonstraram o potencial do personagem como recurso educativo para o ensino da bioética. A apresentação também resgatou a primeira participação pública do Potter do Futuro, realizada no início de 2020, pouco antes da suspensão das atividades presenciais em decorrência das medidas de enfrentamento da pandemia de COVID-19. Nos anos seguintes, o personagem permaneceu ativo principalmente em ações virtuais voltadas ao público infantil, preservando sua função de mediador do diálogo e da educação bioética mesmo durante o período de distanciamento social. Os participantes conheceram ainda o processo de fortalecimento do personagem a partir de 2024, quando voltou a interagir com o público durante o Congresso Ibero-Americano de Bioética, estimulando reflexões sobre responsabilidade intergeracional e futuro. A consolidação dessa trajetória ocorreu em 2025, quando o Potter passou a dedicar suas ações prioritariamente às questões relacionadas à água e à sustentabilidade. Nesse período, participou das atividades do Dia Mundial da Água, integrou ações na Maloca da COP30, esteve presente em eventos sobre sustentabilidade, percorreu o Rio Belém, colaborou com o Clube da Água, dialogou com estudantes universitários sobre engajamento socioambiental e desenvolveu atividades educativas com crianças do ensino fundamental voltadas à conservação dos recursos hídricos. A atividade foi encerrada apresentando as ações desenvolvidas em 2026, quando o Potter do Futuro ampliou sua atuação em diferentes espaços de educação, pesquisa e extensão. Além de participar novamente das ações relacionadas à água, integrou os Grupos Focais do E-Caminhos do Diálogo, compartilhou sua própria trajetória de aproximação com a bioética durante o congresso e passou a protagonizar uma peça teatral infantil dedicada à promoção da ética ambiental e da cidadania. Ao revisitar toda essa trajetória, a atividade cultural evidenciou como o Caminho do Diálogo e o personagem Potter do Futuro constituem estratégias complementares de comunicação científica, educação bioética e extensão universitária, capazes de aproximar diferentes públicos de temas complexos por meio da linguagem lúdica, da participação e da deliberação coletiva.

 


 

Confira as Publicações do Caminhos do Diálogo

Livros

FISCHER, M. L.; MARTINS, G. Z. O caminho do diálogo: proporcionando a vivência da bioética no ensino fundamental. Brasília: Conselho Federal de Medicina, 2017. Disponível em: https://www.crmpr.org.br/uploadAddress/Livro_OCaminho-do-Dialogo[3674].pdf

FISCHER, M. L.; MARTINS, G. Z. O Caminho do Diálogo 2: promovendo a sinergia entre a Bioética, os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e os Estudantes do Ensino Médio. Curitiba: Conselho Regional de Medicina do Paraná, 2019. Disponível em: https://www.crmpr.org.br/uploadAddress/O-Caminhodo-Dialogo-2[4204].pdf

FISCHER, M. L.; MARTINS, G. Z.; ROSANELI, C. F. O E-caminho do diálogo: viabilizando a inclusão por meio da construção coletiva em espaços virtuais. Curitiba: Conselho Regional de Medicina do Paraná, 2022. Disponível em: https://app.isend.com.br/iSend/external/magazine?encrypt=A163C2F19759E83ADECDC2E3296BDC7DB4B702F60FB46DC33230D0A62031184D

FISCHER, M. L.; ROSANELI, C. F. O E-caminho do diálogo IV: espaços deliberativos na busca de uma nova cidadania, novas políticas públicas e saúde planetária. Ponta Grossa: Atena, 2023. Disponível em: https://doi.org/10.22533/at.ed.343232906

FISCHER, M. L.; ROSANELI, C. F. E-caminho do diálogo V: a deliberação coletiva em busca da humanização em saúde integral na era digital. Ponta Grossa: Atena, 2025. Disponível em: http://dx.doi.org/10.22533/at.ed.121251102


Capítulos de livros

STRAMANTINO, J.; GANG, J.; FISCHER, M. L. Debate sobre o veganismo em espaços de deliberação virtual: uma análise bioética. In: ALMEIDA, J. C. A.; CABRAL, H. B.; RIBEIRO, P. D.; MOREIRA, R. V. (org.). Bioética em Debate: Saúde, Direito e Dignidade em Interfaces II. Campos dos Goytacazes: Encontrografia Editora, 2023. v. 2, p. 14-29. Disponível em: https://encontrografia.com/books/bioetica-em-debate-saude-direito-e-dignidade-em-interfaces-ii/. DOI: http://dx.doi.org/10.24824/978652516082.5

CARVALHO, P. F. N. B.; FARIAS, M. K.; FISCHER, M. L. Perspectivas e desafios da proteção animal: o papel da bioética em espaços deliberativos remotos na mitigação de vulnerabilidades. In: ALMEIDA, J. C. A.; CABRAL, H. B.; RIBEIRO, P. D.; MOREIRA, R. V. (org.). Bioética em Debate: Saúde, Direito e Dignidade em Interfaces II. Campos dos Goytacazes: Encontrografia Editora, 2023. v. 2, p. 130-147. Disponível em: https://encontrografia.com/books/bioetica-em-debate-saude-direito-e-dignidade-em-interfaces-ii/. DOI: http://dx.doi.org/10.24824/978652516082.5

ALMEIDA, J.; NOCE, B. P. D.; FISCHER, M. L. História de uma intervenção bioética. In: ALMEIDA, J. C. A.; ALMEIDA, J. C.; FISCHER, M. L.; NOCE, B. P. D.; MOREIRA, R. V. (org.). Viver em harmonia: sobre o convívio de humanos e não-humanos nas universidades. Curitiba: CRV, 2024. p. 13-30. Disponível em: http://dx.doi.org/10.24824/978652516082.5

Artigos científicos

FISCHER, M. L.; CUNHA, T. R.; ROTH, M. E.; MARTINS, G. Z. Caminho do diálogo: uma experiência bioética no ensino fundamental. Revista Bioética, Brasília, v. 25, n. 1, p. 89–100, 2017. Disponível em: https://doi.org/10.1590/1983-80422017251170

FISCHER, M. L.; CUNHA, T. R.; LUMMERTZ, T. B.; MARTINS, G. Z. Caminho do diálogo II: ampliando a experiência bioética para o ensino médio. Revista Bioética, Brasília, v. 28, n. 1, p. 47–57, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1590/1983-80422020281366

FISCHER, M. L.; MARTINS, G. Z.; ROSANELI, C. F.; LUMMERTZ, T. B.; STRAMANTINO, J. E-caminho do diálogo: ambientes virtuais como espaço coletivo de construção ética. Revista Bioética, Brasília, v. 30, p. 258–271, 2022. Disponível em: https://doi.org/10.1590/1983-80422022302523

FISCHER, M. L.; STRAMANTINO, J.; LUMMERTZ, T. B.; ROSANELI, C. F. Crise hídrica: a culpa é de quem? A percepção das responsabilidades em espaço de deliberação virtual. Caminhos de Diálogo, Curitiba, v. 9, n. 15, p. 225–247, jul./dez. 2021. Disponível em: https://doi.org/10.7213/cd.a9n15p225-247

FISCHER, M. L.; ROSANELI, C. F. A “fome de água” e sua dimensão ambiental, biológica e bioética. Revista Inclusiones – Revista de Humanidades y Ciencias Sociales, Santiago, v. 9, p. 336–356, 2022. Disponível em: https://doi.org/10.58210/fprc3402

FISCHER, M. L.; ROSANELI, C. F.; MARTINS, G. Z. O novo velho normal: o futuro da sociedade na perspectiva dos 60+: reflexos da pandemia de COVID-19 na inclusão social. Análise Social, Lisboa, v. 58, n. 246, p. 32–52, 2023. Disponível em: https://doi.org/10.31447/AS00032573.2023246

CARVALHO, P. F. N. B.; FISCHER, M. L. Eutanásia ou cuidados paliativos?: critérios para deliberação na perspectiva de tutores, protetores e médicos-veterinários. Revista Inclusiones – Revista de Humanidades y Ciencias Sociales, Santiago, v. 9, n. 3, p. 241–284, jul./set. 2022. Disponível em: https://doi.org/10.58210/fprc3376

ROSA, M. F.; ROSANELI, C. F.; SGANZERLA, A.; FISCHER, M. L. El encuentro con la perspectiva del otro: la compasión en la narrativa de profesionales de recepción para personas con discapacidad múltiple. Revista Inclusiones – Revista de Humanidades y Ciencias Sociales, Santiago, v. 9, número especial, p. 293–318, out./dez. 2022. Disponível em: https://doi.org/10.58210/fprc3400

CONCEIÇÃO, L. V.; FISCHER, M. L. Simulação clínica realística no ensino da bioética: superando wicked problem. Revista Chilena de Educación Médica, 2025. Disponível em: https://doi.org/10.5354/2735-7279.2025.79891

RICCA, I. S.; FISCHER, M. L. Limitações e potencialidades na promoção do autocuidado na narrativa de médicos e estudantes de medicina. Cadernos de Pedagogia, 2024. Disponível em: https://doi.org/10.54033/cadpedv22n8-188

QUEIROZ, G. T.; FISCHER, M. L. “Fome de água”: a dimensão bioética do direito universal ao acesso à água potável. Artigo submetido.

ADAMI, E.; FISCHER, M. L. Métodos alternativos no uso de animais com recursos didáticos: a inserção da reflexão bioética na formação veterinária. 2025. Disponível em: https://doi.org/10.56238/arev7n7-148

ALMEIDA, J.; FISCHER, M. L. Humanos e não-humanos no ambiente acadêmico: o direito de conviver em harmonia como pauta da bioética e educação ambiental. Revista Brasileira de Educação Ambiental, v. 20, 2025. Disponível em: https://doi.org/10.34024/revbea.2025.v20.20363

Resumos publicados em anais de eventos

ROS, R.; ANJOS, L. S.; FISCHER, M. L. A representação científica do luto do animal de companhia. In: V Congresso Internacional Ibero-Americano de Bioética e XI Congresso de Humanização e Bioética, 2024, Curitiba. Anais... Curitiba, 2024. p. 28.

ROS, R.; FISCHER, M. L. O luto da perda do animal de companhia: uma pauta da bioética. In: Congresso de Bioética e Bem-Estar Animal, 2023, Campos dos Goytacazes. Anais... Campos dos Goytacazes, 2023.

QUEIROZ, G. T.; FISCHER, M. L. As múltiplas representações da “fome de água”. In: V Congresso Internacional Ibero-Americano de Bioética e XI Congresso de Humanização e Bioética, 2024, Curitiba. Anais... Curitiba, 2024. p. 52.

RICCA, I. S.; FISCHER, M. L. O autocuidado médico como pauta da agenda da bioética. In: V Congresso Internacional Ibero-Americano de Bioética e XI Congresso de Humanização e Bioética, 2024, Curitiba. Anais... Curitiba, 2024. p. 139.

CONCEIÇÃO, L. V.; FISCHER, M. L. Simulação clínica realística como ferramenta de ensino-aprendizagem em bioética: uma abordagem para graduandos da área da saúde. In: V Congresso Internacional Ibero-Americano de Bioética e XI Congresso de Humanização e Bioética, 2024, Curitiba. Anais... Curitiba, 2024. p. 176.

ROSA, M. F. M.; ROSANELI, C. F.; FISCHER, M. L. Análise preliminar da compaixão na narrativa de profissionais de acolhimento a pessoas com deficiências múltiplas. In: IV Congresso Internacional Ibero-Americano de Bioética e X Congresso de Humanização e Bioética, 2022, on-line. Anais... 2022.

CARVALHO, P. F. N. B.; FISCHER, M. L. A concepção de médicos-veterinários, tutores e protetores sobre os cuidados paliativos e a eutanásia em animais de companhia. In: IV Congresso Internacional Ibero-Americano de Bioética e X Congresso de Humanização e Bioética, 2022, Curitiba. Anais... Curitiba, 2022.


Dissertações, tese em desenvolvimento e estágios pós-doutorais

ROSA, Monica F. O encontro na perspectiva do outro: a compaixão na narrativa de profissionais de atendimento a pessoas com deficiências múltiplas. 2022. Dissertação (Mestrado em Bioética) – Programa de Pós-Graduação em Bioética, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Curitiba, 2022.

RICCA, Isabella S. Limitações e potencialidades na promoção do autocuidado na narrativa de médicos e estudantes de medicina. 2024. Dissertação (Mestrado em Bioética) – Programa de Pós-Graduação em Bioética, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Curitiba, 2024.

QUEIROZ, Gislaine T. “Fome de água”: a dimensão bioética da universalização do acesso à água potável. 2024. Dissertação (Mestrado em Bioética) – Programa de Pós-Graduação em Bioética, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Curitiba, 2024.

CAMPOS, Ana Carolina de. Gestão participativa em conselhos ambientais: limitações e potencialidades. Doutorado em andamento. Programa de Pós-Graduação em Bioética, Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Início: 2024.

ALMEIDA, João. Humanos e não-humanos no ambiente acadêmico: o direito de conviver em harmonia como pauta da bioética e educação ambiental. Estágio de Pós-Doutorado, Programa de Pós-Graduação em Bioética, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, 2024.

ADAMAI, Eliana. Métodos alternativos no uso de animais com recursos didáticos: a inserção da reflexão bioética na formação veterinária. Estágio de Pós-Doutorado, Programa de Pós-Graduação em Bioética, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, 2025.

 

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