Conheça os trabalhos apresentados: Engajamento juvenil nos direitos dos rios
Espaços biofílicos: o engajamento de jovens em ações de educação ambiental
Engajamento juvenil na relação com a fauna urbana
Engajamento social em espaços biofílicos: conversando com o Rio
Engajamento social em espaços biofílicos coletivos públicos e privados
Aves e cidades: Bioética Ambiental e estratégias educativas para a convivência urbana
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ENGAJAMENTO JUVENIL NOS DIREITOS DOS RIOS
Colégio do(a) Estudante: Colégio Estadual Pilar Maturana
Supervisor(a):
Curso do(a) Orientador(a): Ciências Biológicas – Escola de Medicina e Ciências da Vida – Câmpus Curitiba
ESPAÇOS BIOFÍLICOS: O ENGAJAMENTO DE JOVENS EM AÇÕES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
PRADO, Sara Martins do¹; SILVA, Alex Aparecido da²; FISCHER, Marta Luciane³
Colégio do(a) Estudante: Colégio Estadual Lucy Requião de Melo e Silva – EFM. Supervisor(a): Suelen Santos Rego
Curso do(a) Orientador(a): Ciências Biológicas – Escola de Medicina e Ciências da Vida – Câmpus Curitiba
INTRODUÇÃO: A Bioética, concebida por Potter como uma ponte entre as ciências biológicas e as ciências humanas, propõe uma abordagem interdisciplinar para enfrentar problemas éticos relacionados à vida, à saúde e à sustentabilidade. Entre seus desdobramentos destaca-se a biofilia, entendida como a afinidade humana com a natureza, cuja promoção em ambientes urbanos pode favorecer o desenvolvimento da educação ambiental e fortalecer o compromisso com a conservação da biodiversidade. OBJETIVOS: Investigar se os espaços urbanos biofílicos de uma instituição de ensino são utilizados para ações de educação ambiental e analisar o nível de engajamento de estudantes do ensino médio com atividades voltadas à conexão com a natureza. MATERIAIS E MÉTODO: Foi desenvolvido um estudo de abordagem qualitativa, utilizando entrevistas com professores e estudantes do Colégio Estadual Lucy Requião de Melo e Silva para avaliar percepções sobre educação ambiental, biofilia e utilização dos espaços verdes da instituição. Complementarmente, realizou-se uma busca em plataformas digitais para identificar iniciativas virtuais relacionadas à educação ambiental e à promoção da biofilia RESULTADOS: Foi desenvolvido um estudo de abordagem qualitativa, utilizando entrevistas com professores e estudantes do Colégio Estadual Lucy Requião de Melo e Silva para avaliar percepções sobre educação ambiental, biofilia e utilização dos espaços verdes da instituição. Complementarmente, realizou-se uma busca em plataformas digitais para identificar iniciativas virtuais relacionadas à educação ambiental e à promoção da biofilia. Resultados: Os resultados indicaram que os espaços biofílicos existentes na instituição são pouco utilizados para atividades de educação ambiental. Também foi observada baixa oferta de ações educativas voltadas à aproximação dos estudantes com a natureza, tanto no ambiente escolar quanto em iniciativas virtuais. Os estudantes demonstraram reduzido interesse em participar de atividades relacionadas à temática ambiental, enquanto os professores manifestaram apoio à realização dessas ações, embora a maioria desconhecesse o conceito de biofilia. CONSIDERAÇÕES FINAIS: A limitada utilização dos espaços biofílicos e a escassez de ações de educação ambiental contribuem para o baixo engajamento dos estudantes com a natureza. Os resultados evidenciam a necessidade de incorporar estratégias educativas que promovam experiências de contato com ambientes naturais, ampliem o conhecimento sobre a biofilia e fortaleçam a formação de valores voltados à conservação ambiental e à sustentabilidade. PALAVRAS-CHAVE: Bioética ambiental; Biofilia; Educação Ambiental; Engajamento juvenil. https://semic.pucpr.br/semic/projetos_2026/pajr250017/
ENGAJAMENTO JUVENIL NA RELAÇÃO COM A FAUNA URBANA
STELMHSTSK, Peter Bryan¹; SILVA, Alex Aparecido da²; TOZO, Julio²; FISCHER, Marta Luciane³
Colégio do(a) Estudante: Colégio Estadual Olindamir Merlin Claudino
Supervisor(a): Odinei Alves Alexandre
Curso do(a) Orientador(a): Ciências Biológicas – Escola de Medicina e Ciências da Vida – Câmpus Curitiba
INTRODUÇÃO: A biofilia, compreendida como a relação intrínseca entre seres humanos e a natureza, constitui um campo de investigação em expansão devido aos benefícios associados à saúde física e mental. No contexto urbano, as aves e os espaços arborizados representam importantes elementos de conexão entre a população e a biodiversidade, embora a urbanização e a ausência de planejamento sustentável comprometam essa interação. OBJETIVOS: Avaliar o engajamento da comunidade em relação às aves urbanas, identificando os meios de disseminação de informações sobre a fauna urbana e analisando a percepção de estudantes acerca dessa temática. MATERIAIS E MÉTODO: A pesquisa foi desenvolvida por meio de revisão bibliográfica, levantamento em mídias virtuais, execução do plano de trabalho e realização de uma imersão com estudantes de um colégio público, abordando os benefícios do contato com a natureza em ambientes educacionais. RESULTADOS: Os resultados evidenciaram interesse dos estudantes por atividades relacionadas à preservação das aves urbanas e à sustentabilidade, embora as oportunidades oferecidas pelas escolas ainda sejam limitadas. Nas entrevistas 80% dos participantes manifestaram interesse em projetos sobre aves urbanas, com maior engajamento entre estudantes dos cursos de Meio Ambiente, Biotecnologia, Energias Sustentáveis e participantes de projetos de sustentabilidade. Os professores reconheceram a importância da inserção da fauna urbana nas práticas pedagógicas, destacando seu potencial para o desenvolvimento de conhecimentos científicos, da consciência ambiental e do bem-estar dos estudantes. Observou-se que os colégios desenvolvem ações voltadas à sustentabilidade, manejo de resíduos e educação ambiental, porém a conservação das aves urbanas ainda é abordada de forma indireta, sem projetos específicos sobre a temática. A presença de áreas arborizadas favorece a convivência com a avifauna, embora tenham sido registradas situações de conflito em uma das instituições. A atividade de educação ambiental realizada na PUCPR demonstrou elevada aceitação pelos participantes, que relataram melhor compreensão dos conteúdos de Bioética, sustentabilidade e conservação quando desenvolvidos em contato direto com a natureza. Também foram identificadas iniciativas externas, como projetos de ciência cidadã, ações de universidades e conteúdos produzidos por divulgadores científicos em plataformas digitais, ampliando as possibilidades de acesso à informação sobre aves urbanas. Os resultados indicam elevada predisposição dos estudantes para participar de ações de educação ambiental, contrastando com a limitada oferta de experiências sistemáticas voltadas à aproximação entre comunidade escolar e avifauna urbana. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Os resultados evidenciam que, apesar da predisposição positiva dos estudantes em relação à natureza, a ausência de infraestrutura do ambiente escolar e de ações sistemáticas de educação ambiental limita o fortalecimento da biofilia e da conexão entre a comunidade escolar e a fauna urbana. PALAVRAS-CHAVE: Bioética ambiental; Biofilia; Fauna; Urbanização; Ensino médio; Engajamento juvenil.
ENGAJAMENTO SOCIAL EM ESPAÇOS BIOFILÍCOS: CONVERSANDO COM O RIO
MOTA, Emanuelle dos Santos¹; LUMMERTZ, Thierry Betazzi²; TORTORA, Nayara Lemasson²; FISCHER, Marta Luciane³
Curso do(a) Estudante: Ciências Biológicas – Bacharelado – Escola de Medicina e Ciências da Vida – Câmpus Curitiba
Curso do(a) Orientador(a): Ciências Biológicas – Escola de Medicina e Ciências da Vida – Câmpus Curitiba
INTRODUÇÃO: A crescente degradação dos recursos hídricos urbanos impulsiona debates sobre ética ambiental, direitos dos rios e engajamento social. No município de Curitiba, o Rio Belém exemplifica os impactos negativos da urbanização, apresentando elevados níveis de poluição e abandono. OBJETIVOS: Caracterizar a percepção e posicionamento de cidadãos quanto às limitações e potencialidades do Rio Belém ser considerado sujeito de direitos; realizar revisão integrativa de literatura; mapear a abordagem midiática do tema; e elaborar instrumento de avaliação do conhecimento e percepção da população MATERIAIS E MÉTODO: Pesquisa multimodal composta por revisão integrativa da literatura (Google Acadêmico, termo “Rio Belém”), análise de postagens no Instagram e aplicação de questionário online. Os dados foram organizados em planilhas e analisados conforme sua natureza RESULTADOS: A revisão integrativa mapeou 196 referências, com seleção de 60 válidas; predominância técnica (Tecnologia 13,3%; Engenharia Ambiental 10,1%) e baixa presença de perspectiva bioética (0,6%). O mapeamento midiático identificou 93 notícias categorizadas em temas como gestão pública (24%), vulnerabilidade social (20%) e revitalização (13%). No Instagram, 100 publicações foram categorizadas, sendo limpeza e gestão pública o tema mais frequente (23%). O questionário, com 299 respondentes, revelou sentimento predominante de tristeza e abandono, com forte consenso favorável ao reconhecimento do Rio Belém como sujeito de direitos. CONSIDERAÇÕES FINAIS: A população, apesar do distanciamento afetivo, apoia amplamente a proteção legal do Rio Belém. A pesquisa contribui para o campo da bioética ambiental e indica caminhos para futuras ações educativas e políticas públicas. PALAVRAS-CHAVE: Rio Belém; Direitos dos rios; Engajamento social; Bioética ambiental; Rios urbanos. https://semic.pucpr.br/semic/projetos_2026/paic250114/
ENGAJAMENTO SOCIAL EM ESPAÇOS BIOFILÍCOS COLETIVOS PÚBLICO E PRIVADOS
TOZO, Julio Rodrigues¹; SILVA, Alex Aparecido da²; FISCHER, Marta Luciane³
Curso do(a) Estudante: Psicologia – Escola de Medicina e Ciências da Vida – Câmpus Curitiba
Curso do(a) Orientador(a): Ciências Biológicas – Escola de Medicina e Ciências da Vida – Câmpus Curitiba
INTRODUÇÃO: O conceito de biofilia corresponde a tendência inata dos seres humanos de interagir com a natureza, servindo de base para as cidades biofílicas, que buscam a integração da natureza como prioridade em seu planejamento urbano, com a finalidade de desenvolver a aproximação com a biodiversidade por meio de espaços verdes e ações comunitárias para o engajamento social. A educação ambiental estabelece-se como estratégia para a participação cidadã nos espaços urbanos, por meio de políticas que mobilizam os usuários ao cuidado com a natureza e o pertencimento social. OBJETIVOS: caracterizar o panorama do conceito de cidades biofílicas na literatura científica e popular e o posicionamento de cidadãos sobre ações de educação ambiental em espaços públicos e privados MATERIAIS E MÉTODO: Foi realizada revisão integrativa da literatura nas bases Google Acadêmico e Portal de Periódicos CAPES, um mapeamento dos programas de educação ambiental por meio de pesquisa em sites institucionais, relatórios e notícias oficiais, junto da aplicação de instrumento virtual para acessar a percepção social sobre educação ambiental. RESULTADOS: Existe convergência da literatura quanto a importância da participação cidadã para as cidades biofílicas, bem como, os benefícios da educação ambiental para desenvolver o engajamento social. O mapeamento identificou maior diversidade e continuidade de programas de educação ambiental em Curitiba quando comparada a Fazenda Rio Grande. Com o questionário, de 110 participantes, 98% declararam sentir-se beneficiados pelos espaços verdes e 96% afirmaram que esses ambientes favorecem a interação com a natureza. Entretanto, apenas 22% relataram participação em programas de educação ambiental e 19% afirmaram aplicar os conhecimentos adquiridos em seu cotidiano. As médias superiores a nove pontos nas questões relacionadas aos espaços verdes demonstraram elevada concordância quanto à importância da preservação ambiental, do planejamento urbano sustentável e da conservação da biodiversidade. CONSIDERAÇÕES FINAIS: As cidades biofílicas constituem importante estratégia para a participação cidadã no cuidado dos ambientes urbanos verdes e no desenvolvimento da consciência ambiental, favorecendo a aproximação entre população e natureza. Porém, há lacunas relacionadas à sistematização e à divulgação das iniciativas institucionais, bem como a participação da população nessas ações. Os resultados evidenciam a necessidade de fortalecer estratégias de comunicação social articulada com a educação ambiental, contribuindo para a consolidação de políticas públicas voltadas à promoção de cidades biofílicas. PALAVRAS-CHAVE: Biofilia; Cidades biofílicas; Educação ambiental; Planejamento urbano; Engajamento social.
AVES E CIDADES: BIOÉTICA AMBIENTAL E ESTRATÉGIAS EDUCATIVAS PARA A CONVIVÊNCIA URBANA
AZEVEDO, Kauan Carpes de¹; SCUISSIATO, Jean Carlos²; CHIARAMONTI, Cristiano²; FISCHER, Marta Luciane³
Curso do(a) Estudante: Ciências Biológicas – Bacharelado – Escola de Medicina e Ciências da Vida – Câmpus Curitiba
Curso do(a) Orientador(a): Ciências Biológicas – Escola de Medicina e Ciências da Vida – Câmpus Curitiba
INTRODUÇÃO: A presença de aves em ambientes urbanos favorece experiências de biofilia e contribui para a oferta de serviços ecossistêmicos, embora a percepção pública ainda seja permeada por desinformação, conflitos e lacunas sobre conservação. OBJETIVOS: O estudo teve como objetivo compreender a percepção da população de Curitiba sobre a avifauna urbana e desenvolver uma ferramenta educativa voltada à convivência ética entre humanos e aves. MATERIAIS E MÉTODO: Foi realizado um levantamento quantitativo por meio de questionário aplicado presencialmente e on-line, contemplando diferentes perfis de moradores e bairros com distintos níveis de arborização. Os dados foram analisados, sendo posteriormente utilizados para subsidiar a elaboração de uma cartilha informativa sobre aves urbanas de Curitiba. RESULTADOS: A população demonstrou elevada valorização estética, emocional e ecológica das aves, reconhecendo benefícios relacionados ao bem-estar, ao controle biológico e à qualidade ambiental. Em contrapartida, observou-se baixa participação em ações de educação ambiental e lacunas de conhecimento sobre conservação, especialmente em relação aos impactos de gatos domésticos. As análises evidenciaram associação entre tipo de moradia e hábitos de observação das aves, bem como entre formação em Ciências Biológicas/Veterinária e maior conhecimento sobre impactos ecológicos dos felinos. Como produto tecnológico, foi elaborada uma cartilha contendo informações sobre 100 espécies de aves urbanas e orientações para sua conservação. CONSIDERAÇÕES FINAIS: A população apresenta predisposição favorável à conservação da avifauna, porém carece de informações qualificadas para transformar atitudes positivas em práticas de convivência responsável. A cartilha constitui uma estratégia de educação ambiental capaz de ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade urbana e fortalecer relações mais éticas e sustentáveis entre sociedade e aves. PALAVRAS-CHAVE: Biofilia; Avifauna; Cidades sustentáveis; Engajamento social; Ferramenta de comunicação. https://semiti.pucpr.br/semiti/projetos_2026/pait250024/






