Na continuidade da programação do Dia Mundial da Água 2026, destacou-se a ação conduzida pelo Clube da Água da PUCPR, sob a liderança de seu presidente, Tierry Lummertz, que assumiu o papel simbólico do “Potter do Futuro” para mobilizar a comunidade acadêmica em torno da justiça hídrica. A iniciativa teve como objetivo convocar a juventude universitária para uma concentração coletiva, com vistas a marcar presença em âmbito nacional e internacional, reafirmando o compromisso com o acesso universal à água potável para todos os seres vivos, a não mercantilização da água e a interrupção do uso de plásticos de uso único.
A concentração ocorreu no dia 23 de março, às 11 horas, em frente à Biblioteca da PUCPR, reunindo especialmente estudantes do curso de Ciências Biológicas. Após um momento inicial de acolhimento e contextualização sobre o significado do Dia Mundial da Água, o grupo foi conduzido para um espaço arborizado, onde a atividade foi organizada de forma a favorecer a participação coletiva.
A concentração ocorreu no dia 23 de março, às 11 horas, em frente à Biblioteca da PUCPR, reunindo especialmente estudantes do curso de Ciências Biológicas. Após um momento inicial de acolhimento e contextualização sobre o significado do Dia Mundial da Água, o grupo foi conduzido para um espaço arborizado, onde a atividade foi organizada de forma a favorecer a participação coletiva.
Nesse ambiente, iniciou-se a dinâmica conduzida pelo “Potter do Futuro”, com a apresentação das orientações e dos dois polos de escolha: “me ajuda a te ajudar”, representando a ação coletiva e a responsabilidade compartilhada, e “salve-se quem puder”, associado à inércia e à individualização das respostas frente à crise hídrica.
As primeiras rodadas evidenciaram um reconhecimento comum da importância da cooperação, com os participantes se posicionando majoritariamente em favor da ação coletiva. A partir dessa resposta, a condução da atividade avançou para um nível mais aprofundado de reflexão, no qual o “Potter do Futuro” passou a instigar o grupo a problematizar como esses princípios podem ser efetivamente incorporados no cotidiano. Esse movimento permitiu deslocar a dinâmica de um plano de concordância conceitual para um espaço de construção de sentido e de possibilidades concretas de ação.
Ao longo das rodadas, fundamentadas em dados científicos sobre a crise hídrica, saneamento, desigualdades sociais, mudanças climáticas e poluição por plásticos, os participantes foram convidados a relacionar conhecimento e posicionamento ético, transformando informação em decisão. A atividade foi gradualmente intensificando o envolvimento dos estudantes, promovendo um ambiente de escuta, reflexão e engajamento, no qual emergiram questionamentos sobre responsabilidade individual e coletiva, bem como sobre caminhos possíveis para atuação prática.
A condução do “Potter do Futuro” incorporou a apresentação de alternativas e soluções, contribuindo para aproximar os participantes de estratégias concretas de engajamento. A experiência favoreceu um processo de sensibilização crítica, no qual os conteúdos mobilizados ultrapassaram o plano informativo, estimulando a internalização dos princípios discutidos e sua potencial tradução em ações futuras.
A atividade foi finalizada com a convergência dos participantes para um ponto comum, simbolizando a construção coletiva de respostas frente aos desafios hídricos contemporâneos. A ação do Clube da Água consolidou-se, assim, como uma prática pedagógica inovadora, ao articular ciência, bioética ambiental e participação ativa, fortalecendo o papel da juventude universitária como agente central na promoção da justiça hídrica e na construção de uma sociedade comprometida com a água como direito humano universal.
As primeiras rodadas evidenciaram um reconhecimento comum da importância da cooperação, com os participantes se posicionando majoritariamente em favor da ação coletiva. A partir dessa resposta, a condução da atividade avançou para um nível mais aprofundado de reflexão, no qual o “Potter do Futuro” passou a instigar o grupo a problematizar como esses princípios podem ser efetivamente incorporados no cotidiano. Esse movimento permitiu deslocar a dinâmica de um plano de concordância conceitual para um espaço de construção de sentido e de possibilidades concretas de ação.
Ao longo das rodadas, fundamentadas em dados científicos sobre a crise hídrica, saneamento, desigualdades sociais, mudanças climáticas e poluição por plásticos, os participantes foram convidados a relacionar conhecimento e posicionamento ético, transformando informação em decisão. A atividade foi gradualmente intensificando o envolvimento dos estudantes, promovendo um ambiente de escuta, reflexão e engajamento, no qual emergiram questionamentos sobre responsabilidade individual e coletiva, bem como sobre caminhos possíveis para atuação prática.
A condução do “Potter do Futuro” incorporou a apresentação de alternativas e soluções, contribuindo para aproximar os participantes de estratégias concretas de engajamento. A experiência favoreceu um processo de sensibilização crítica, no qual os conteúdos mobilizados ultrapassaram o plano informativo, estimulando a internalização dos princípios discutidos e sua potencial tradução em ações futuras.
A atividade foi finalizada com a convergência dos participantes para um ponto comum, simbolizando a construção coletiva de respostas frente aos desafios hídricos contemporâneos. A ação do Clube da Água consolidou-se, assim, como uma prática pedagógica inovadora, ao articular ciência, bioética ambiental e participação ativa, fortalecendo o papel da juventude universitária como agente central na promoção da justiça hídrica e na construção de uma sociedade comprometida com a água como direito humano universal.
Repercussão: WWD2026@PUCPR: Book Launch & Action - Blue Community
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O documentário sobre o Rio Belém que fica em Curitiba, mostra como o crescimento da cidade acabou prejudicando muito o rio.
ResponderExcluirCom o tempo ele foi ficando poluído cheio de lixo e meio esquecido pelas pessoas. Parece que as pessoas deixaram de enxergar o rio como algo importante e passaram a tratar ele como se não tivesse valor.
Já o texto Rios como Sujeitos de Direitos traz uma Ideia diferente, que é a de que os rios deveriam ter direitos, como se fossem sujeitos mesmo. Ou seja, eles deveriam ser respeitados e protegidos, não só pelo que oferecem pra gente, mas também porque tem valor por si só. Isso tem tudo a ver com a bioética, que fala sobre nossa responsabilidade ética também com o meio ambiente.
Depois de ver os dois materiais eu percebi que o que aconteceu com o Rio Belém muito provavelmente aconteceu pois as pessoas não tem a visão de que o rio tem direitos.
O documentário sobre o Rio Belém que fica em Curitiba, mostra como o crescimento da cidade acabou prejudicando muito o rio.
ResponderExcluirCom o tempo ele foi ficando poluído cheio de lixo e meio esquecido pelas pessoas. Parece que as pessoas deixaram de enxergar o rio como algo importante e passaram a tratar ele como se não tivesse valor.
Já o texto Rios como Sujeitos de Direitos traz uma Ideia diferente, que é a de que os rios deveriam ter direitos, como se fossem sujeitos mesmo. Ou seja, eles deveriam ser respeitados e protegidos, não só pelo que oferecem pra gente, mas também porque tem valor por si só. Isso tem tudo a ver com a bioética, que fala sobre nossa responsabilidade ética também com o meio ambiente.
Depois de ver os dois materiais eu percebi que o que aconteceu com o Rio Belém muito provavelmente aconteceu pois as pessoas não tem a visão de que o rio tem direitos.
Excelente reflexão! Ao analisarmos o documentário sobre o Rio Belém em Curitiba, fica claro o impacto do 'esquecimento' social sobre os rios urbanos. O Belém, que corta a capital paranaense, sofre com a canalização e a poluição, sendo tratado historicamente como um objeto de infraestrutura e não como um ecossistema vivo. A proposta de reconhecer rios como sujeitos de direitos, conforme discutido aqui no blog, é o caminho necessário para reverter esse cenário. Somente quando deixarmos a visão puramente utilitarista e passarmos a respeitar o valor intrínseco de rios como o Belém, é que teremos políticas públicas de revitalização que sejam realmente eficazes e éticas. Parabéns pelo texto!
ResponderExcluirPensar o Rio Belém como um “cidadão” pode parecer estranho à primeira vista, mas faz muito sentido quando a gente observa a situação atual dele. Inspirado pelas ideias de Marta Luciane Fischer, esse conceito muda completamente a forma como enxergamos o rio. A autora do texto, aborda o tema “rio como cidadão” ou seja, apresenta uma ideia de reconhecer os rios não apenas como recursos naturais a serem explorados, e sim como sujeitos de direitos, que possuem valor próprio e que devem ser protegidas juridicamente. Tratar o Rio Belém como cidadão é uma forma de forçar uma mudança real na proteção ambiental
ResponderExcluirO rio tem o direito de continuar existindo, sem ser destruído. Ele possui direito à água limpa (não poluição), ou seja não receber esgoto, lixo ou resíduos industriais, como vimos no documentário muitos esgotos clandestinos ainda são jogados nele. Ele também tem o direito a biodiversidade – preservar as espécies que vivem nele e ao seu redor. O rio deve ter o Direito à regeneração, para poder se recuperar de danos ambientais, com ações de despoluição e restauração. E por fim um dos mais importantes no meu ponto de vista é o direito a representação, um cidadão, ou uma instituição poderia defender o rio na justiça quando seus direitos fossem violados.
Se esses direitos fossem reconhecidos na prática, empresas e cidadãos poderiam ser responsabilizados diretamente por danos ao “cidadão rio¸ o poder público teria obrigação legal e mais forte de recuperar o rio, e a poluição atual poderia ser tratada
Pensar o Rio Belém como um “cidadão” pode parecer estranho à primeira vista, mas faz muito sentido quando a gente observa a situação atual dele. Inspirado pelas ideias de Marta Luciane Fischer, esse conceito muda completamente a forma como enxergamos o rio. A autora do texto, aborda o tema “rio como cidadão” ou seja, apresenta uma ideia de reconhecer os rios não apenas como recursos naturais a serem explorados, e sim como sujeitos de direitos, que possuem valor próprio e que devem ser protegidas juridicamente. Tratar o Rio Belém como cidadão é uma forma de forçar uma mudança real na proteção ambiental
ResponderExcluirO rio tem o direito de continuar existindo, sem ser destruído. Ele possui direito à água limpa (não poluição), ou seja não receber esgoto, lixo ou resíduos industriais, como vimos no documentário muitos esgotos clandestinos ainda são jogados nele. Ele também tem o direito a biodiversidade – preservar as espécies que vivem nele e ao seu redor. O rio deve ter o Direito à regeneração, para poder se recuperar de danos ambientais, com ações de despoluição e restauração. E por fim um dos mais importantes no meu ponto de vista é o direito a representação, um cidadão, ou uma instituição poderia defender o rio na justiça quando seus direitos fossem violados.
Se esses direitos fossem reconhecidos na prática, empresas e cidadãos poderiam ser responsabilizados diretamente por danos ao “cidadão rio¸ o poder público teria obrigação legal e mais forte de recuperar o rio, e a poluição atual poderia ser tratada
O programa Plug, da Rede Globo, promoveu uma imersão na história e na geografia de Curitiba ao explorar o Rio Belém, descrito como o rio mais "curitiboca" da região. A apresentadora Michelly Correa percorreu o trajeto que nasce no bairro Cachoeira, dentro do Parque Nascentes do Belém, e segue até o bairro Boqueirão, atravessando um total de 37 bairros da capital paranaense.
ResponderExcluirUm ponto central da reportagem é a revelação de que o trajeto do rio é visível em apenas alguns pontos, já que ele corre majoritariamente por baixo das famosas ruas curitibanas. A síntese das fontes destaca que essa exploração subterrânea não é acessível ao público comum, sendo um local escuro e perigoso que exige autorização prévia, presença de guia e o uso de roupas específicas para prevenir doenças de pele e outros riscos à saúde. O material oferece, portanto, uma perspectiva única sobre um elemento vital da paisagem urbana que permanece oculto aos olhos da maioria dos moradores.
O programa Plug, da Rede Globo, promoveu uma imersão na história e na geografia de Curitiba ao explorar o Rio Belém, descrito como o rio mais "curitiboca" da região. A apresentadora Michelly Correa percorreu o trajeto que nasce no bairro Cachoeira, dentro do Parque Nascentes do Belém, e segue até o bairro Boqueirão, atravessando um total de 37 bairros da capital paranaense.
ExcluirUm ponto central da reportagem é a revelação de que o trajeto do rio é visível em apenas alguns pontos, já que ele corre majoritariamente por baixo das famosas ruas curitibanas. A síntese das fontes destaca que essa exploração subterrânea não é acessível ao público comum, sendo um local escuro e perigoso que exige autorização prévia, presença de guia e o uso de roupas específicas para prevenir doenças de pele e outros riscos à saúde. O material oferece, portanto, uma perspectiva única sobre um elemento vital da paisagem urbana que permanece oculto aos olhos da maioria dos moradores.
O documentário sobre o Rio Belém mostra como a urbanização e a poluição ao longo dos anos degradaram o rio, evidenciando os impactos negativos das ações humanas no meio ambiente e na qualidade de vida da população.
ResponderExcluirO texto “Rios como Sujeitos de Direitos” propõe uma nova forma de enxergar os rios, defendendo que eles sejam reconhecidos como sujeitos de direitos, o que ajudaria a garantir maior proteção e responsabilização em casos de degradação.
Assim, ao relacionar os dois materiais, fica claro que a situação do Rio Belém reforça a importância dessa mudança de visão, incentivando mais cuidado, preservação e responsabilidade ambiental.
O documentário sobre o Rio Belém mostra como um dos rios mais importantes de Curitiba sofre com a poluição, ocupação urbana desordenada e falta de cuidado ao longo do seu trajeto. Ele evidencia que, apesar de sua importância histórica e ambiental, o rio é tratado mais como um problema do que como parte essencial da cidade.
ResponderExcluirJá o texto “Rios como Sujeitos de Direitos” traz uma reflexão diferente, defendendo que os rios devem ser reconhecidos como entidades com direitos próprios, assim como já acontece em alguns países. Essa visão propõe uma mudança na forma como os seres humanos se relacionam com a natureza, promovendo mais respeito e responsabilidade.
Ao relacionar os dois materiais, fica claro que a situação do Rio Belém poderia ser diferente se ele fosse tratado como sujeito de direitos. Isso ajudaria a garantir sua preservação e valorização, além de reforçar a importância de políticas públicas e da conscientização da população para a proteção dos recursos naturais.
O documentário sobre o Rio Belém evidencia como o crescimento urbano desordenado e a poluição acumulada ao longo do tempo contribuíram para a degradação do rio, afetando diretamente o meio ambiente e a qualidade de vida da população. Já o texto “Rios como Sujeitos de Direitos” apresenta uma perspectiva inovadora ao defender que os rios sejam reconhecidos como detentores de direitos, o que possibilitaria maior proteção legal e responsabilização diante de danos ambientais. Ao relacionar os dois conteúdos, percebe-se que a realidade do Rio Belém reforça a necessidade dessa mudança de entendimento, estimulando práticas mais conscientes de preservação e responsabilidade ambiental.
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ResponderExcluirO documentário sobre o Rio Belém mostra como ele é importante para Curitiba, mesmo estando muitas vezes escondido pela urbanização. Ele atravessa vários bairros, mas sofre com poluição, canalização e falta de cuidado.
Já o texto sobre “Rios como sujeitos de direitos” traz uma reflexão importante, defendendo que os rios devem ser vistos como algo que tem valor próprio, com direito de existir, fluir e não ser poluído, e não apenas como recurso para uso humano.
Juntando os dois, dá pra perceber que o Rio Belém é um exemplo claro dessa discussão. O blog lembra que o rio passa ao lado da PUCPR, tem nascente no bairro Cachoeira, deságua no Iguaçu, sofreu retificações e canalizações ao longo do tempo e hoje é marcado por poluição, ocupação irregular e lançamento frequente de esgoto. Pensar nele como sujeito de direitos muda a forma como a gente enxerga o rio e reforça a importância de cuidar dele como parte viva do ecossistema urbano, e perceber que ele é essencial para a qualidade ambiental, para a vida coletiva e para a responsabilidade ética da sociedade.
O documentário sobre o Rio Belém mostra como um rio importante de Curitiba foi degradado pela poluição e pela urbanização, deixando de cumprir seu papel ambiental e se tornando, em muitos trechos, um canal de esgoto.
ResponderExcluirO texto “Rios como Sujeitos de Direitos” defende que os rios devem ser reconhecidos como entidades com direitos, garantindo sua proteção e preservação.
Relacionando os dois, percebe-se que a situação do Rio Belém mostra a importância de mudar a forma como tratamos a natureza, adotando uma visão mais ética e responsável para garantir sua conservação.
O documentário sobre o Rio Belém mostra como um rio essencial de Curitiba foi degradado pela poluição e pela urbanização, perdendo sua função ecológica e se tornando, em vários trechos, um esgoto a céu aberto.
ResponderExcluirO artigo “Rios como Seres com Direitos” defende que os rios devem ser reconhecidos como sujeitos de direitos, garantindo sua proteção e preservação.
Relacionando os dois, percebe-se que a situação do Rio Belém evidencia a necessidade de mudar a forma como lidamos com o meio ambiente, adotando uma postura mais responsável e consciente para assegurar sua conservação.
No documentário sobre o Rio Belém, fica claro a triste realidade de um rio essencial para Curitiba, que sofreu um enorme impacto negativo devido à poluição e ao desenvolvimento urbano sem controle. Essa situação levou à perda de seu papel ecológico, transformando diversos trechos em verdadeiros esgotos a céu aberto, o que demonstra uma clara falta de cuidado com o meio ambiente e de planejamento adequado.
ResponderExcluirO estudo "Rios como Seres com Direitos" apresenta uma perspectiva mais ética e indispensável, argumentando que os rios devem ser reconhecidos como portadores de direitos. Tal reconhecimento ajudaria a assegurar sua proteção de maneira mais eficaz e abrangente.
Conectando essas duas ideias, torna-se óbvio que a condição do Rio Belém transcende uma mera questão ambiental, abrangendo aspectos sociais e políticos, sendo consequência de decisões tomadas por pessoas. É crucial transformar essa realidade. Uma possível solução seria a adoção de políticas públicas mais severas para o saneamento e a recuperação de rios em áreas urbanas, juntamente com uma fiscalização atuante e a conscientização ambiental da população. Caso essas medidas não sejam implementadas, a degradação persistirá, afetando ainda mais a qualidade de vida na cidade.
O documentário sobre o Rio Belém mostra como o crescimento da cidade de Curitiba acabou prejudicando o rio, que com o tempo foi ficando poluído e esquecido pela população. Mesmo sendo importante para a cidade, ele passou a ser tratado apenas como um problema e não como parte da natureza.
ResponderExcluirJá o texto “Rios como Sujeitos de Direitos” apresenta a ideia de que os rios devem ser reconhecidos como sujeitos com direitos, ou seja, devem ser respeitados e protegidos. Essa visão ajuda a aumentar a responsabilidade das pessoas e do poder público na preservação ambiental.
Relacionando os dois materiais, é possível perceber que a situação do Rio Belém poderia ser diferente se houvesse mais cuidado e respeito. Isso mostra a importância de valorizar e proteger os rios para evitar sua degradação.
O Rio Belém nasce e morre dentro do município de Curitiba, o mesmo, com o passar dos anos vem sendo degradado e poluído pela população. De certa forma esses acontecimentos vêm caindo na invisibilidade de todos e sendo um problema ambiental recorrente. Contudo, vem a necessidade deste rio ser reconhecido como um Sujeito de direitos, visando pela preservação do mesmo.
ResponderExcluirAo assistir o documentário do Plug sobre o Rio Belém e fazer a leitura do texto "Rios como Sujeito" é necessário destacar a importância deste como patrimônio cultural e ambiental de Curitiba, cidade esta onde ele percorre e deveria ser valorizado e contemplado também como paisagem constituinte. Além disso, é notável a necessidade de conscientização da população em geral, tanto de moradores que residam em áreas próximas ao Rio e convivam diariamente com a sua presença de certa maneira, quanto de moradores alheios a essa convivência, mas que também precisam ser alertados sobre como manter e preservar o Rio como parte importante da cidade e também para o seu devido aproveitamento, afinal todos devem prezar pela cidade e por tudo de que lhe faz parte.
ResponderExcluirAlgo indispensável para essa conscientização pela visão da bioética, seria ver e tratar o Rio também como ser de direitos e lugar na sociedade, com valor próprio, assim ajudando na proteção e na garantia das medidas necessárias para sua conservação e em termos legais.
O documentário do programa Plug da RPC TV apresenta o Rio Belém como um dos rios mais importantes de Curitiba, destacando sua extensão e o fato de percorrer diversos bairros da cidade. Ao longo do seu trajeto, ele está presente em pontos conhecidos, como parques e áreas de lazer, o que mostra como já teve um papel significativo na vida da população, sendo inclusive parte da memória de muitas pessoas. No entanto, o documentário também evidencia a mudança na condição do rio ao longo do tempo. Atualmente, o Rio Belém se encontra poluído, com presença de lixo e lançamento de esgoto, o que demonstra um cenário de degradação associado tanto ao crescimento urbano quanto à falta de cuidado e conscientização. Mesmo com a existência de iniciativas como o projeto Amigo dos Rios, a situação ainda não recebe a visibilidade e a atenção necessárias.
ResponderExcluirAo relacionar com o texto “Rios como sujeitos de direitos”, é possível perceber uma ampliação dessa discussão. O texto propõe que os rios sejam compreendidos não apenas como recursos naturais, mas como elementos que possuem valor próprio e que devem ser preservados. Essa perspectiva contribui para repensar a forma como a sociedade se relaciona com o meio ambiente.
Dessa forma, o caso do Rio Belém evidencia que sua situação atual não envolve apenas questões ambientais, mas também sociais e de responsabilidade coletiva. A valorização e a preservação do rio dependem não só de projetos e políticas públicas, mas também de uma mudança na forma como ele é percebido pela população, reconhecendo sua importância dentro do espaço urbano.